Olá pessoal, hoje é segunda-feira!

 

Mas fiquem tranquilas, pois aqui no SIS a gente faz as suas segundas muito mais animadas falando sobre a nossa série favorita!

Vamos falar de Outlander!

 

 

Cuidado, se você ainda não assistiu ao episódio, esse post conterá spoilers!

Participantes: Bia, Elo, Flavia

Moderadoras: THAÍS e BIANCA

Apresentação:

  • Youtube
  • 10/12/2018, segunda, 20:30hs

 

Ficha técnica do episódio: 

Escrito por: Shaina Fewell (The Client List, 2016 – One Tree Hill 2009 a 2012)

Dirigido por: Denise Di Novi (Little Woman, Beaches – Amigas para Sempre, Cat Woman)

Resumo do episódio: 

Jamie e Claire ficam surpresos quando Lord John Gray aparece em Fraser’s Ridge com um inesperado companheiro de viagem. Quando Gray fica doente, Claire deve reconciliar seus sentimentos pessoais com seus deveres como médica.

 

 

CURIOSIDADES:

 

ESSE FOI UM DOS EPISÓDIOS PREFERIDOS DO SAM.

Um dos meus episódios favoritos da temporada… e o começo da confusão! Espero que vocês gostem!

 

Na abertura do episódio, vemos a cobra.

 

No livro tem uma parte em que eles acham uma cobra na privada. Eles colocaram isso na cena de abertura mas não tem a cena no episódio. Ainda não sabemos se eles optaram por cortar a cena ou se preferiram deixar somente como uma referência mesmo.

 

CENAS:

O episódio já começa com o Lorde John indo atrás do Mozão. E JÁ AVISA QUE ESTÁ COM O WILLIE no riacho.

 

Mumu e Claire BFFs de novo. Ela convidando ele pra ficar, mas ele fala sobre os impostos como um bom regulador.

 

WILLIE mimadinho, pedindo pra tirar as sanguessugas #PiáDePrédio

Pelo menos pediu por favor.

Olhem como é essa cena no livro:

Outubro de 1768 –  Os tambores do Outono- Livro 01

Eu me esquecera do caos local.
Quando me aproximei dos salgueiros, ouvi um grito além das árvores. Já
ouvira sons parecidos feitos por vários animais, de panteras a águias, mas
reconhecia uma voz humana quando a ouvia.
Saindo do riacho, subi em meio aos galhos entremeados e cheguei ao espaço
aberto mais adiante. Um garoto se remexia na ribanceira acima de onde eu
estava, batendo como louco nas pernas e gritando enquanto saltava de um lado
para outro.
— O quê…? — comecei, e ele olhou para mim, olhos azuis arregalados com
o susto ao me ver.
Ele não estava tão assustado quanto eu. Tinha onze ou doze anos. Era alto e
magro como uma muda de pinheiro, com cabelos densos castanhoavermelhados
despenteados. Olhos puxados e azuis olhavam para mim com um
nariz afilado no meio, olhos tão familiares para mim como a palma da minha
mão, apesar de saber que nunca tinha visto essa criança antes.
Meu coração já estava na boca e o frio dos meus pés subira para a boca do
estômago. Treinada para reagir mesmo chocada, observei sua aparência —
camisa e calça de boa qualidade, mas molhadas, e tornozelos compridos e claros
com pontos pretos como manchas de lama.
— Sanguessugas — falei, a calma profissional tomando conta de mim em
meio ao conflito interno. Não pode ser, eu dizia a mim mesma, ao mesmo tempo
que sabia muito bem que era, sim. — São só sanguessugas, elas não vão
machucar você.
— Sei o que são! — disse ele. — Tire-as de mim! — Ele deu um tapa no
tornozelo, estremecendo de nojo. — São nojentas!
— Ah, não são tão horríveis assim — comecei, passando a me controlar. —
São úteis em alguns momentos.
— Não me importa se são úteis! — gritou ele, batendo os pés em frustração.
— Eu as odeio, tire-as de mim!
— Bem, pare de dar tapas — falei. — Sente-se e eu cuidarei disso.
Ele hesitou, olhando para mim de modo suspeito, mas relutantemente se
sentou em uma pedra, estendendo as pernas cheias de sanguessugas à frente do
corpo.—
Tire-as agora! — disse ele.
— Já, já — respondi. — De onde você veio?
Ele olhou para mim inexpressivo.
— Você não mora perto daqui — continuei com certeza absoluta. — De
onde você veio?
Ele fez um esforço claro para se controlar.
— Ah… dormimos em um lugar chamado Salem há três noites. Foi a última
cidade que vi. — Ele estremecia as pernas com força. — Tire-as, estou pedindo!
Havia vários métodos de tirar sanguessugas, e a maioria deles era mais ou
menos mais prejudicial do que as sanguessugas em si. Dei uma olhada. Havia
quatro em uma perna e três na outra. Uma das ferinhas gordas estava quase
estourando, rechonchuda e brilhante. Apoiei o polegar embaixo da cabeça dela e
a puxei para a minha mão, redonda como uma pedra e pesada por estar cheia de
sangue.
O garoto olhou para ela, pálido apesar da pele bronzeada, e estremeceu.
— Não quero desperdiçá-la — falei de modo casual, e fui pegar o cesto que
eu deixara embaixo dos galhos ao passar pelas árvores.
Ali perto, vi o casaco dele no chão, sapatos e meias largados com ele.
Fivelas simples nos sapatos, mas de prata, não peltre. Bom tecido, não ostensivo,
mas com um corte de muito mais estilo do que eu já tinha visto em qualquer
lugar ao norte de Charleston. Eu não precisava de confirmação, mas ali estava.
Peguei um punhado de lama, pressionei a sanguessuga delicadamente nela e
envolvi a criatura com folhas molhadas. Só então notei que minhas mãos
tremiam. O idiota! O traidor, perverso, calculista… o que diabos fizera com que
ele viesse aqui? E meu Deus, o que Jamie faria?
Voltei até onde o garoto estava, inclinado para a frente, olhando para as
sanguessugas restantes com cara de nojo. Mais uma estava quase caindo.
Quando me ajoelhei na frente dele, ela caiu, quicando levemente no chão
molhado.
— Eca! — disse ele.
— Onde está seu padrasto? — perguntei abruptamente.
Poucas coisas poderiam ter tirado a atenção dele de suas pernas, mas isso
tirou. Ele levantou a cabeça e olhou para mim assustado.
Era um dia frio, mas uma camada fina de suor cobria seu rosto. Era mais
estreito nas bochechas e têmporas, pensei, e a boca era bem diferente. Talvez a
semelhança não fosse tão forte quanto eu pensava.
— Como você me conhece? — perguntou ele, levantando-se com um ar de
presunção que seria extremamente engraçado em outras circunstâncias.
— Tudo o que sei a seu respeito é que seu nome é William. Estou certa?
Cerrei os punhos ao lado do corpo e esperava estar errada. Se ele fosse
William, isso não era tudo o que eu sabia sobre ele.
Ele corou e me encarou com olhos intensos, a atenção temporariamente
distraída das sanguessugas por ter sido abordado de modo tão familiar por uma
pessoa que — e de repente me dei conta — mais parecia uma velha desleixada
com as saias erguidas. Ou ele tinha bons modos ou a disparidade entre minha voz
e minha aparência o deixou atento, porque engoliu a resposta imediata que lhe
ocorreu.
— Sim, é — disse ele de modo breve. — William, visconde Ashness, nono
conde de Ellesmere.
— Tudo isso? — perguntei educadamente. — Bonito.
Peguei uma sanguessuga com o polegar e o indicador e a puxei
delicadamente. A criatura se esticou como um elástico grosso, mas se recusou a
se soltar. A pele clara do menino foi puxada, e ele emitiu um grunhido.
— Solte! — disse ele. — Ela vai estourar!
— Verdade. — Eu me levantei e abaixei a saia, me ajeitando. — Venha —
falei, estendendo a mão. — Levarei você para a casa. Se eu espirrar um pouco
de sal nelas, elas se soltarão de uma vez.
Ele recusou a mão, mas ficou de pé, um pouco trêmulo. Olhou ao redor,
como se procurasse alguém.
— Papai — explicou ao ver minha expressão. — Erramos o caminho e ele
mandou que eu esperasse perto do rio enquanto se certificava a respeito de nossa
direção. Não quero que ele se assuste por não me encontrar aqui quando voltar.
— Não tem problema — disse. — Imagino que ele terá encontrado a casa
sozinho até lá. Não fica longe. — Eu tinha quase certeza, pois aquela era a única
casa a alguma distância, e no fim de uma trilha bem marcada. Lorde John
deixara o garoto enquanto seguia em frente, para encontrar Jamie — e alertá-lo.
Muito cuidadoso. Meus lábios se contraíram involuntariamente.
— Seria a casa dos Fraser? — perguntou o menino. Deu um passo
desajeitado para não encostar uma perna na outra. — Viemos à procura de um
tal de James Fraser.
— Sou a sra. Fraser — falei e sorri para ele. Sua madrasta, eu poderia ter
acrescentado, mas não acrescentei. — Venha.”

O SIS DA QUESTÃO: SERÁ QUE ELE LEMBRA DO JAMIE?

Isabel morreu enquanto estava indo encontrar LJG com o William.

PAI E FILHO SE REENCONTRANDO.

Ian caçando com os índios, cada vez mais próximo deles.

Mumu mostrando porque é um regulador perguntando de onde o dinheiro vem. Falando dos imposto usado.

LJG perguntando se o Jamie conhece algum regulador hahaha.

Mostrando os conflitos entre reguladores e coroa.

QUER JOGAR XADREZ? E O OLHAR DE RECONHECIMENTO DOS DOIS. HAHA. Claire fazendo carão.

Papi Jamie indo ensinar a usar o banheiro.

MEUUUU WILLIE RECONHECENDO PAPI.

MAC.

 

 

Aí que dó meu DEUS. Será que iremos gostar do Willie na série? Dúvida.

COBRA DE MADEIRA. Muito velho para brinquedos.

Aquele climão entre Claire e LJG, sugerindo que ele está espionando eles pro gov tryon.

 

Quem nunca tem umas visitas inesperadas assim e tem que emprestar colchão até do vizinho?

Willie com medo do cavalo aos 3 e o Papi cuidando dele.

Mais um pouquinho do companheirismo e parceria entre os dois. E ele falando sobre sonhar com um momento sozinho com ela por meses.

Claire marota esperando a atenção COM PLE TA do Jamie depois que os convidados forem embora.

 

DETALHE!!!

Após quatro temporadas e Cait, ops, Claire ainda pega no queixo do Sam, ops, Jamie da mesma forma. HUM!

Acho que #NãoSomosLoucas ….

Mumu querendo que Jamie espione para os reguladores.

Agora o MUMU entende. Contando que guardou todos os segredos dele.

 

Jogando xadrez like old times. COMO DIZ O DITADO: A BEBIDA ENTRA, A VERDADE SAI.

Não é a mesma bebida que a Claire tomou semana passada? Deve ser péssimo esse whisky.

GOOD FRIENDS.

Claire só de olhar já reconhece a doença. Isso que é médica.

Acho bem interessante Claire mandando Jamie lavar as mãos com álcool e ele nem questionando, porque sabe sobre os germes.

Sarampo é  uma doença que pode matar e é altamente contagiosa.

Eles estavam querendo ficar sozinhos mas o sarampo não deixou #PoxaSarampo.

Claire sugere Jamie levar Willie para outro lugar durante 6 dias para evitar a contaminação pelo sarampo.

Jamie mostrando que pra um Fraser teimoso tem um Fraser mais teimoso ainda haha.

 

 

Que vista linda né!

LJG diz que isobel nunca reclamou da vida que levava e que foi um bom marido em TODOS os sentidos.

E aí ele fala que a Claire se ressente do tempo que ambos passaram juntos e do William. Que ela tem inveja dele estar criando o filho do Jamie.

BRIANNA KD VC meu amor.

“Não quis ofender você, só estou dizendo que você tem inveja de mim na sua própria casa, mas não quis te ofender não”.

Você é uma mulher notável, WE KNOW, LJG.

Uma pessoa tão devastadoramente sincera.

BABY I WAS BORN THAT WAY. 

Jamie tendo um hard time ensinando mestre William a pescar.

Pegando peixe com a mão, isso que é experiência!

Ah muito pai e filho, ensinando o menino a atirar. WILLIE ATIRANDO PRA MATAR, OLHA ELE.

Matar é fácil, difícil é limpar. E O OLHAR NÃO NEGA O SANGUE FRASER.

Se tivessemoa que estripar e caçar teriamos virado vegetarianas na hora.

Ai que dó, estamos gostando do Willie, socorro. Mudei de ideia já.

Imagina quando essa mulher atingir o poder total.

LORD JOHN DELIRANDO DE FEBRE.

Ai que dó, tanto dele quanto da Isobel. Pobre LJG. Ele veio ver se conseguia sentir. Que sofrimento.

“É difícil ver ele com você”.

“Por que você se tortura?” É UMA ÓTIMA PERGUNTA! 

 

E ele contou da oferta do Jamie. Acho que temos que comentar disso, no livro é assim também. Mas nos livros fica claro que o Jamie está testando o John quando ele se oferece.

WILLIE causando confusão.

Conseguindo caçar peixe e aí fazendo Merdinha.

Eles dizem que ele precisa pagar o preço do sangue por roubar.

MEU SENHOR BLOOD OF MY BLOOD.

Corajoso ESSE MENINO.

 

 

Falar por que achamos que os índios não mataram Willie.

 

QUE SUSTO.

AH MEU DEUS QUE CENA. QUE CENA.

#DESIDRATAMOS

John recuperado do delírio pedindo desculpas.

Meu DEUS IGUAL NO LIVRO. Ele falando que se sente mal por ver a satisfação no rosto da claire, algo que ele nunca pode dar a ISOBEL.

MANHÃ DE CONFISSÕES

 

Amei essa manhã hein, os dois forjando o início de um Common Ground entre eles.

Você ainda tem sentimentos? Sim, Deus me ajude.

CLAIRE PQ TE AMAMOS DEMAIS? QUANDO ELA DIZ QUE NÃO TEM NADA DO JAMIE VOCÊ ESTÁ ERRADO, VOCÊ TEM WILLIE, CHOREI.

Você o criou bem! Ai meu coração!

Meu deus o que tá acontecendo? Estamos gostando do Willie?

E ELE OLHOU PRA TRÁS!  WILLIAM , VC É TÃO MELHOR QUE NOS LIVROS! 

Nesse momento Jamie diz em gaélico: “slàn leat” – safe journey – uma viagem segura.

CENA DA BANHEIRA, HELLO.

Água quente! 

Cait comentou dessa cena várias vezes que foi uma das preferidas dela.

 

NADA COMO AQUELE TEMPO SOZINHOS DEPOIS DE AS VISITAS IREM EMBORA.

O ANEL, ele pediu pro mumu fazer o anel do castiçal! E ainda fala da mami! Que lindeza.

ANEL DO LIVRO. ANEL DO LIVRO. ANEL DO LIVRO ALERT.

 

Give me a thousand kisses.

 

QUE CENA!

O que vocês acharam do episódio? Querem saber o que achamos? Então não perca a nossa live de daqui a pouquinho!

LINK DA LIVE

 

 

 

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