Olá SISters!

Estávamos aqui conversando no nosso banheiro muito bem higienizado e percebemos que estamos cada dia mais perto de rever nosso segundo casal preferido: Jamie e Claire.

Além de estarem começando um novo capítulo de suas vidas nessa temporada, que será muito diferente das outras, essa traz estabilidade, lar e família para nossos Frasers. E quando dizemos família, queremos dizer FAMÍLIA MESMO!

Se você leu o livro, já entendeu o que queremos dizer, se não leu, vamos apenas dizer que aquele sonho que Jamie tinha de ter uma grande família se torna uma realidade mil vezes melhor do que ele imaginava.

O naufrágio no final da terceira temporada os levou a um Novo Mundo, onde seu novo lar, Fraser’s Ridge, será construído. Escolhida com muito cuidado, Jamie e Claire esperavam que essa nova terra lhes desse a chance de realizar os sonhos que sempre tiveram.

Falando em sonhos, a única coisa que sonhamos ultimamente é para que o dia 4 de novembro chegue rápido e DG passe seu tempo livre escrevendo em vez de tagarelar nas redes sociais! Nós realmente queremos saber tudo sobre o fantasma do Jamie que será revelado no último livro.

Assim como qualquer outro livro de Outlander, esse também tem aventura e todo tipo de coisa doida que a DG parece achar imprescindível para um bom livro. Morte, enforcamento, assaltos, estupros e até lutas contra ursos você poderá encontrar nesta nova temporada.

Pensando em todos os cenários, perguntamos às nossas SISters:

Quais são as cenas que vocês estão mais ansiosas pra ver na quarta temporada?

Aqui estão as TOP 3!

  1. Encontro de Jamie com Bree
  2. Jamie e Claire no rio
  3. Jamie e o urso

Se você não leu Os Tambores do Outono, esse post foi feito para você. Essa é sua chance de saber o que esperar dessa nova temporada. Se você já leu, esse post também é para você, uma boa chance de reler mais uma vez e se preparar para novembro.

RUFEM OS TAMBORES, por favor…

 

JAMIE E BREE

Desde o dia que Jamie mandou sua esposa grávida através das pedras para ficar com Frank, a reunião deles foi adiada nas mentes de todos que leram o livro ou viram a série.

Quando Claire disse a Jamie que ela não poderia ter filhos, seus sonhos foram esmagados e ele ficou inconsolável. Mas a dor que ele sentiu ao perder Faith foi cem vezes pior e tão insuportável para ambos que eles deixaram a França não só com um, mas dois corações partidos.

Ter outro filho na Escócia não estava em suas mentes, pois eles estavam envolvidos em uma batalha maior ainda: Culloden.

Muito tempo depois de Claire ter ido embora e após Jamie perder a fé em tê-la de volta, o universo, ou Geneva, se você preferir, deu a ele Willie. O filho dele. Nomeado em homenagem ao irmão de Geneva, William, Willie é um bastardo. Um filho que ele sempre quis mas não pôde ter. Então ele foi embora, para protegê-lo.

James Fraser foi pai pela terceira vez e, ironicamente, ficou sem filhos mais uma vez.

Então, quando Jamie e Claire finalmente se reúnem na gráfica, ele descobre que tem uma filha e que ela está viva e segura.

Só podemos imaginar como ele se sentiu naquele momento. Ver fotos de Bree era esmagador e nos fez desejar que ele estivesse mais perto dela tanto quanto desejávamos pelo dia em que se encontrassem. Se eles, de fato, se encontrassem.

Diana Gabaldon foi e será eternamente perdoada por toda a violência em Outlander apenas por nos dar esse belo encontro.

Todos concordamos que sofremos as perdas de Jamie durante as três temporadas anteriores.

Se você não leu o livro e quer saber como eles se conheceram, aqui está o momento exato. Mas se você leu o livro, vamos lê-lo juntos uma última vez antes de novembro, para que possamos estar preparados para o que vem pela frente!

Brianna engasgou com a cerveja.

– O senhor conhece Jamie Fraser? – perguntou sem fôlego, secando a espuma derramada com a manga.

O homem ergueu as sobrancelhas.

– Espere um minuto e você também o conhecerá. – Ele fez um meneio de cabeça para uma caneca de peltre com cerveja colocada na mesa ao lado. Ela não a havia notado ao entrar. – Ele foi para os fundos quando você entrou. Ele… ei! – Ele cambaleou para trás com um grito de surpresa quando ela derrubou a própria caneca no chão e partiu para a porta dos fundos como um morcego possuído.

A luz do lado de fora estava forte em comparação com a iluminação fraca de dentro do salão. Brianna piscou, os olhos incomodados pela luz do sol que passava pelas folhas de bordo. Então um movimento abaixo das folhas chamou sua atenção.

Ele estava à sombra de um bordo, meio virado de costas para ela, a cabeça inclinada, concentrado. Um homem alto, de pernas compridas, esguio e bonito, com os ombros largos por baixo da camisa branca. Usava um kilt desbotado com tons pálidos de verde e marrom, casualmente erguido na frente enquanto urinava numa árvore.

Ele terminou e, deixando o kilt cair, virou-se em direção ao salão. Viu Brianna naquele momento, de pé ali, olhando para ele, e ficou um pouco tenso, os dedos se curvando. Então ele viu além das roupas masculinas, e o olhar de desconfiança mudou para surpresa ao perceber que ela era uma mulher.

Ela não teve a menor dúvida, assim que o viu. Ficou surpresa e não surpresa ao mesmo tempo: ele não era bem como ela tinha imaginado – parecia menor, do tamanho normal para um homem, e seu rosto tinha traços do dela: o nariz longo e reto e a mandíbula teimosa, além dos olhos puxados de gato em uma estrutura de ossos bem marcados.

Ele caminhou na direção dela, saindo da sombra do bordo, e o sol iluminou seus cabelos, criando faíscas de cobre. Quase sem perceber, ela levantou a mão e afastou uma mecha de cabelos do rosto, observando pelo canto do olho a cor vermelha dos dois, a mesma cor.

– O que quer aqui, moça? – perguntou ele. Direto, mas não descortês. A voz era mais grave do que ela imaginara; o sotaque escocês era leve, mas distinto.

– Você – disse ela. Seu coração parecia entalado na garganta; tinha dificuldade para dizer qualquer coisa.

Ele estava perto o bastante para ela poder sentir o cheiro de suor e de serragem fresca; havia serragem dourada espalhada pelas mangas enroladas da camisa de linho. Ele estreitou os olhos, divertindo-se, ao olhar para ela de cima a baixo, observando sua roupa. Ergueu uma sobrancelha vermelha e balançou a cabeça.

– Desculpe, moça – disse com um leve sorriso. – Sou um homem casado.

Ele fez menção de passar, e ela emitiu um som incoerente, estendendo a mão para impedi-lo, mas não ousou tocar a manga de sua camisa. Ele parou e olhou para ela com mais atenção.

– Estou falando sério. Tenho uma esposa em casa, e minha casa não fica longe – disse, evidentemente querendo ser cortês. – Mas… – Ele parou, perto o bastante agora para ver a sujeira das roupas dela, o furo na manga do casaco e as pontas desgastadas das meias. – Ah – disse ele em um tom diferente, e pegou o pequeno saco de couro que usava amarrado à cintura. – Está com fome, moça? Tenho dinheiro, se quiser comer.

Ela mal conseguia respirar. Os olhos dele eram de um tom azul-escuro, suavizados pela gentileza. Ela olhou para a gola aberta de sua camisa, onde os pelos enrolados apareciam, brilhando dourados sob a pele queimada pelo sol.

– Você é… você é Jamie Fraser, não?

Ele olhou para o rosto dela.

– Sou – disse ele. A atenção voltara a seu rosto; os olhos se estreitaram contra o sol. Olhou rapidamente para trás, em direção à taverna, mas não havia movimento nenhum na entrada. Deu um passo mais para perto dela.

– Quem quer saber? – perguntou ele. – Tem uma mensagem para mim, moça?

Ela sentiu um desejo absurdo de rir crescer em sua garganta. Se ela tinha uma mensagem?

– Meu nome é Brianna – disse.

Ele franziu o cenho, incerto, e algo se acendeu em seus olhos. Ele sabia! Já tinha ouvido o nome, e este significava algo para ele. Ela engoliu em seco, sentindo o rosto quente como se tivesse sido aquecido pela chama de uma vela.

– Sou sua filha – disse ela, a voz embargada. – Brianna.

Ele ficou de pé, parado, sem alterar a expressão nem um pouco. Mas ele a havia ouvido; ficou pálido, e depois de um vermelho profundo que subia pelo pescoço e chegava ao rosto, repentino como o fogo, combinando com a cor vívida dela.

Ela sentiu uma onda enorme de alegria ao ver aquilo, um arrepio na barriga que ecoava o correr do sangue, o reconhecimento da pele clara dos dois. Ele se incomodava por corar tanto?, ela tentou imaginar de repente. Será que ele havia aprendido a não expressar emoção no rosto, como ela aprendera a fazer, para esconder aquela reação?

O rosto dela ficou tenso, mas ela abriu um sorriso.

Ele piscou, e finalmente desviou os olhos do rosto dela, observando sua aparência e – com o que para ela pareceu uma consciência nova e aterrorizante – sua altura.

– Meu Deus. Você é enorme – disse ele.

Ela não estava mais tão corada, mas seu rosto voltou a ficar rubro.

– E de quem é a culpa, na sua opinião? – perguntou ela.

Endireitou-se e ajeitou os ombros, olhando para ele. Tão perto, e tão ereta, ela conseguia olhar diretamente nos olhos dele, e olhou.

Ele se afastou e então seu rosto mudou, e a máscara inexpressiva deu lugar à surpresa. Sem ela, ele parecia mais jovem; por baixo, havia choque, surpresa e uma expressão meio dolorosa de ansiedade.

– Ah, não, moça! – exclamou ele. – Não quis dizer isso. É que… – Parou de falar, olhando para ela com fascínio. Ergueu a mão, involuntariamente, e gesticulou no ar, contornando seu rosto, o maxilar, o pescoço e o ombro, com medo de tocá-la diretamente. – É verdade? – sussurrou. – É você, Brianna? – Ele disse o nome dela com um sotaque esquisito, Breeanah, e ela estremeceu ao ouvir.

– Sou eu – disse ela, um pouco apressada. Tentou sorrir de novo. – Não percebe?

Sua boca era larga e com lábios carnudos, mas não era como a dela; mais larga, um formato mais acentuado, que parecia esconder um sorriso nos cantos, mesmo repousando. Esboçava um sorriso, sem saber o que fazer.

– Sim – disse ele. – Sim, percebo.

Ele a tocou naquele momento, os dedos descendo levemente pelo seu rosto, afastando as mechas de cabelos ruivos das têmporas e da orelha, traçando a linha delicada de seu maxilar. Ela estremeceu de novo, apesar de seu toque ser claramente quente; ela sentia o calor da palma da mão dele contra seu rosto.

– Não pensei em você como adulta – disse ele, abaixando a mão de modo relutante. – Vi as fotos, mas ainda assim… de certo modo, pensava em você como uma menina, sempre, como minha bebê. Nunca esperaria… – Sua voz saiu reticente enquanto ele a encarava, os olhos como os dela, azuis e de cílios grossos, arregalados e fascinados.

– Fotos – disse ela, ofegante de felicidade. – Viu fotos minhas? Minha mãe encontrou você, não? Quando disse que tem uma esposa em casa…

– Claire – interrompeu ele. A boca ampla havia tomado sua decisão; abriu-se em um sorriso que iluminou os olhos dele como o sol nas folhas que se balançavam. Ele segurou os braços dela, com força suficiente para assustá-la. – Então não a viu ainda? Meu Deus, ela vai ficar louca de alegria!

Pensar na mãe era muito forte. Seu rosto se enrugou e as lágrimas que ela estava contendo havia dias rolaram por ele numa onda enorme de alívio, e ela engasgou enquanto ria e chorava ao mesmo tempo.

– Calma, moça, não chore! – exclamou ele assustado. Soltou o braço dela e pegou um lenço amassado e grande de sua manga. Ele tentou secar o rosto dela, parecendo preocupado. – Não chore, a leannan, não se entristeça. Está tudo bem, m’ annsachd; está tudo bem.

– Eu estou bem, está tudo bem. Só estou… feliz – disse ela. Pegou o lenço, secou os olhos e assoou o nariz. – O que a leannan significa? E o que você disse depois?

– Então não sabe gaélico? – perguntou ele, e balançou a cabeça. – Não, claro que você não saberia – murmurou, como se falasse sozinho.

– Vou aprender – disse ela decidida, secando o nariz pela última vez. – A leannan?

Um leve sorriso reapareceu no rosto dele quando olhou para ela.

– Quer dizer “querida”. M’ annsachd… minha bênção.

As palavras pairaram no ar entre eles, tremeluzindo como as folhas.

Permaneceram parados, os dois tomados repentinamente pela timidez, incapazes de desviar o olhar um do outro, incapazes de dizer mais alguma coisa.

– Pa… – Brianna começou a falar e então parou, tomada pela dúvida repentinamente. Como ela deveria chamá-lo? Papai, não. Frank Randall tinha sido o papai sua vida toda; seria uma traição usar essa palavra com outro homem… qualquer homem que fosse. Jamie? Não, não podia; por mais assustado que ele estivesse com sua aparência, ele ainda mantinha uma postura que impedia um tratamento tão informal. “Pai” parecia distante e sério… e, independentemente do que Jamie fosse, não era essas duas coisas; não para ela.

Ele viu que ela hesitou e corou, e percebeu qual era o problema.

– Você pode… me chamar de Pa – disse ele. A voz estava rouca; ele parou e pigarreou. – Se…. se quiser, claro – acrescentou.

– Pa – disse ela, e sentiu um sorriso aparecer com facilidade dessa vez, sem lágrimas. – Pa. É gaélico?

Ele sorriu de volta, e os cantos de seus lábios tremeram levemente.

– Não. Só é… simples.

E, de repente, tudo ficou simples. Ele estendeu os braços para ela. Ela se aproximou e percebeu que estivera errada; ele era tão grande quanto tinha imaginado, e seus braços a envolviam com muita força.

Tudo depois disso pareceu acontecer depressa. Tomada pela emoção e pelo cansaço, Brianna teve consciência dos acontecimentos mais como uma série de imagens, vivas como fotos, e não como o fluxo constante da vida.

Lizzie, os olhos acinzentados piscando sob a luz repentina, pequena e pálida nos braços do criado negro com um sotaque escocês improvável. Uma carroça cheia de vidro e madeira perfumada. As ancas brilhosas dos cavalos, e o solavanco e rangido das rodas de madeira. A voz de seu pai, grave e intensa em seus ouvidos, descrevendo uma casa que seria construída no topo da cordilheira, explicando que as janelas eram uma surpresa para a mãe dela.

– Mas não serão uma surpresa tão grande quanto você, moça! – E deu uma risada de profunda alegria que pareceu ecoar nos ossos dela.

Uma viagem longa pelas estradas de terra, dormindo com a cabeça apoiada no ombro do pai, e ele com a mão livre ao redor dela enquanto guiava, sentindo o cheiro não familiar da sua pele, seus longos cabelos resvalando seu rosto quando ele virava a cabeça

 

O RIO

Esta cena do rio é muito aguardada, pois provavelmente será a cena de sexo mais quente nesta temporada, se não em todas as 3 temporadas já exibidas.

Os fãs anseiam por esta cena tanto quanto os episódios do casamento e da sopa de tartaruga.

Outlander gosta de fazer segredo com tudo e eles não nos dão muitas dicas, então todos os BTS foram mantidos em um cofre fechado a sete chaves.

A cena acontece no início de sua jornada para o Novo Mundo. Eles estavam viajando por um longo tempo em condições muito ruins, cercados por seus amigos, mal tendo um momento a sós e Claire deixou claro que ela esperava muito por aquele momento.

De noite, eles acampam ao lado de um rio no qual Claire vai tomar banho e espera por Jamie. Esse encontro acaba sendo o mais surpreendente, porque é sensual e erótico. Ilícito, porque a qualquer momento eles poderiam ser pegos!!

Mas o que a torna tão sexy e diferente de todas as outras cenas super quentes que Jamie e Claire tiveram até agora?

Havia uma área gramada ao redor do ponto abaixo dos salgueiros. Eu me despi lentamente, aproveitando a sensação da brisa vinda da água passando pelo tecido úmido do corpete e das meias, e a liberdade final quando as últimas peças de roupa caíram no chão, deixando-me nua para a noite.

Entrei alegre na água, que estava surpreendentemente fria em comparação com o ar quente da noite. O chão sob meus pés era formado por lodo, em sua maior parte, mas se tornava uma areia fina a um metro da margem.

Apesar de ser um riacho caudaloso, estávamos na parte alta e a água era fresca e doce. Eu bebi e lavei o rosto, tirando a poeira da garganta e do nariz.

Entrei até o meio das coxas, pensando nos alertas de Jamie a respeito de canais e correntes. Depois do calor sufocante do dia e do ar pesado da noite, a sensação de frieza na pele nua foi um grande alívio. Peguei a água fria formando conchas com as mãos e molhei o rosto e os seios. As gotas desciam por minha barriga e escorriam geladas entre minhas pernas.

Pude sentir a pressão da água vindo, passando delicadamente contra minhas panturrilhas, levando-me em direção à margem. Mas eu ainda não estava pronta para sair. Não tinha sabão, mas me ajoelhei e molhei os cabelos várias vezes na água clara e esfreguei o corpo com punhados de areia fina até sentir a pele fina e reluzente.

Por fim, saí da água e me deitei em cima de uma rocha, lânguida como uma sereia, à luz da lua, com o calor do ar e a pedra quente pelo sol confortando meu corpo agora frio. Penteei meus cabelos grossos e encaracolados com os dedos, espalhando gotas de água. A pedra molhada tinha cheiro de chuva, empoeirada e formigante.

Eu me sentia muito cansada, mas, ao mesmo tempo, muito viva, naquele estado de leve consciência no qual o pensamento se torna mais lento e as leves sensações físicas aumentam. Passei os pés descalços mais devagar sobre a rocha sedimentária, aproveitando a leve fricção, e corri a mão levemente pela lateral interna de minha coxa, com um arrepio surgindo depois do meu toque.

Meus seios eram iluminados pelo luar, domos brancos e frios salpicados por gotas transparentes. Acariciei um mamilo e o observei lentamente enrijecer, como num passe de mágica.

Que lugar mágico, pensei. A noite estava silenciosa e calma, mas com uma atmosfera lânguida que era como flutuar em um mar quente. Perto da costa, o céu estava claro, e as estrelas brilhavam como diamantes, com uma luz clara e intensa.

Um barulho na água me fez olhar na direção da corrente. Nada se movia na superfície além do piscar das estrelas, presas como vaga-lumes em uma teia de aranha.

Enquanto eu observava, uma cabeça grande irrompeu na água no meio da corrente, e a água escorria no focinho pontudo. Havia um peixe se debatendo na boca de Rollo. Sua cauda e o brilho das escamas apareceram brevemente quando ele balançou a cabeça com força para quebrar sua coluna. O cachorro enorme nadou devagar para a margem, balançou o corpo para se enxugar e se afastou, com a refeição da noite pendurada, imóvel e reluzente, em suas mandíbulas.

Ele parou por um momento no lado mais distante do riacho, olhando para mim, e o pelo de seu pescoço era uma sombra escura emoldurando os olhos amarelos e o peixe brilhoso. Como uma pintura primitiva, pensei. Algo de Rousseau, com seu contraste de total selvageria e imobilidade.

Então, o cachorro se foi, e não restou mais nada na margem além de árvores, escondendo o que podia haver atrás delas. E o que havia?, eu me perguntei. Mais árvores, respondeu a parte lógica de minha mente.

— Muito mais — murmurei, olhando para a escuridão misteriosa.

A civilização, mesmo aquela primitiva com a qual eu me acostumara, não passava de uma linha fina e crescente à beira do continente. A quatrocentos quilômetros da costa, você ficava além das redondezas da cidade e do campo. E além daquele ponto, havia cinco mil quilômetros… do quê? De mata, certamente, e de perigo. De aventura também… e de liberdade.

Era um mundo novo, afinal, sem medo e tomado de alegria, pois agora Jamie e eu estávamos juntos para o resto de nossas vidas. A separação e o pesar tinham ficado para trás. Nem mesmo pensar em Brianna me causava remorso.

Sentia muita saudade dela e pensava nela toda hora, mas sabia que Brianna estava em segurança em sua própria época, o que tornava sua ausência mais fácil de suportar.

Permaneci deitada na rocha, o calor preso do dia irradiava de sua superfície para meu corpo, feliz por apenas estar viva. As gotas de água secavam em meus seios enquanto eu olhava, transformando-se em uma camada de umidade, desaparecendo totalmente em seguida.

Pequenas nuvens de maruins sobrevoavam a água. Não conseguia vê-los, mas sabia que estavam ali devido aos barulhos de peixes saltando para pegá-los no ar.

Os insetos eram uma praga onipresente. Eu examinava a pele de Jamie cuidadosamente todas as manhãs, arrancando carrapatos vorazes e pulgas de seus vincos na pele, e cobria todos os homens com o sumo das folhas de tabaco e poejo amassadas. Isso impedia que eles fossem devorados vivos pelas nuvens de mosquitos, maruins e mosquitos-pólvora que ficavam nas sombras escurecidas pelo sol na mata, mas não impedia que grupos de insetos intrometidos os enlouquecessem com zunidos e invasões aos ouvidos, olhos, narizes e bocas.

Estranhamente, a maioria dos insetos não me atacava. Ian brincava dizendo que o forte cheiro das ervas que ficavam ao meu redor deveria afastar todos eles, mas eu achava que era algo além disso. Mesmo depois de eu acabar de tomar banho, os insetos não demonstravam interesse em me perturbar.

Eu deduzia que pudesse ser uma manifestação da estranheza evolucionária que me protegia dos resfriados e de doenças simples ali. Os insetos sedentos de sangue, como os micróbios, tinham uma evolução parecida com a dos seres humanos, e eram sensíveis aos sinais químicos leves de seus anfitriões. Como vinha de outra época, eu não tinha mais exatamente os mesmos sinais, e, consequentemente, os insetos não me viam mais como presa.

— Ou talvez Ian esteja certo e meu cheiro seja péssimo — disse em voz alta.

Enfiei os dedos na água e espirrei algumas gotas em uma libélula pousada em minha rocha, apenas uma sombra transparente, pois suas cores tinham sido tomadas pela escuridão.

Queria que Jamie se apressasse. Viajar durante dias na carroça ao lado dele, observar os movimentos sutis de seu corpo enquanto ele guiava, ver a luz mudando nos ângulos de seu rosto enquanto falava e sorria bastava para fazer as palmas de minhas mãos formigarem de vontade de tocá-lo. Há dias não fazíamos amor, tomados pela pressa de chegar a Charleston e pelas minhas inibições em relação à intimidade ao alcance dos ouvidos de uma dúzia de homens.

Um sopro de brisa quente passou por mim, e meus pelos púbicos pequenos se eriçaram com a sensação. Não havia pressa agora nem ninguém para ouvir.

Desci a mão pela curva suave de minha barriga e pela pele ainda mais suave do lado interno de minhas coxas, onde o sangue pulsava lentamente no ritmo do meu coração. Fiz uma concha com a mão, sentindo a região úmida e inchada doer de desejo.

Fechei os olhos, esfregando devagar, aproveitando a sensação de urgência cada vez maior.

— E onde diabos está você, Jamie Fraser? — murmurei.

— Aqui — foi a resposta rouca.

Sobressaltada, abri os olhos. Ele estava dentro do riacho, a dois metros, com água até as coxas, a genitália rígida e escura contra o brilho pálido de seu corpo.

Seus cabelos estavam soltos ao redor dos ombros, emoldurando um rosto branco como ossos, olhos que não piscavam e atentos como os de um cão-lobo. Completamente selvagem e imóvel.

Então Jamie se mexeu e caminhou em minha direção, ainda determinado, porém não mais parado. Suas coxas estavam frias como a água quando me tocou, mas em poucos segundos, ele se aqueceu e esquentou. O suor surgiu de uma vez onde suas mãos tocavam minha pele e uma onda de umidade quente encharcou meus seios mais uma vez, deixando-os redondos e escorregadios contra seu peito firme.

Então, seus lábios se moveram em direção aos meus e eu derreti — quase literalmente — em seus braços. Não me importei com o calor nem em pensar se a umidade de minha pele era o suor dele ou o meu. Até mesmo as nuvens de insetos se tornaram insignificantes. Ergui o quadril e ele se encaixou, liso e firme, e o último vestígio de frieza nele foi envolvido pelo meu calor, como o metal frio de uma espada, saciado no sangue quente.

Minhas mãos tocaram uma camada de umidade nas curvas de suas costas e meus seios tremeram contra o peito dele, um regato descendo entre eles para untar a fricção das barrigas com as coxas.

— Meu Deus, sua boca está úmida e salgada como sua vagina — murmurou ele, e tocou com a língua as gotas salgadas em meu rosto, com toques suaves nas têmporas e nos cílios.

Eu mal notava a rocha dura sob meu corpo. O calor acumulado do dia subia e passava por minha pele, e a superfície áspera raspava minhas costas e nádegas, mas eu não me importei.

— Não aguento esperar — disse ele em meu ouvido, sem fôlego.

— Não espere — respondi, e envolvi seu quadril com minhas coxas, carne a carne na loucura breve da dissolução. — Já ouvi falar de derreter de paixão — falei, um pouco ofegante —, mas isso é absurdo.

Ele levantou a cabeça do meu seio com um leve som de aderência quando desgrudou o rosto. Ele riu e escorregou levemente para o lado.

— Meu Deus, está quente! — disse ele. Afastou os cabelos encharcados de suor da testa e suspirou, com o peito ainda ondulante devido ao esforço. — Como as pessoas fazem isso quando está assim?

— Do mesmo modo que acabamos de fazer — respondi, também ofegante.

— Não podem — disse ele com certeza. — Não o tempo todo. Elas morreriam.

— Bem, talvez façam mais devagar — falei. — Ou dentro da água. Ou esperem até o outono.

— Outono? — perguntou ele. — Talvez eu não queira morar no sul, então. É quente em Boston?

— Nessa época do ano, sim — garanti. — E absurdamente frio no inverno. Tenho certeza de que você se acostumará com o calor e com os insetos.

Ele afastou um mosquito irritante de seu ombro, olhou para mim e depois para o riacho próximo.

— Talvez — disse ele —, e talvez não, mas por enquanto… — Ele me abraçou com firmeza e rolou. Com a graça de um tronco pesado, rolamos pela beira da rocha e caímos na água.

Permanecemos deitados e refrescados sobre a rocha, quase desencostados, e as últimas gotas de água evaporavam de nossas peles. Do outro lado do riacho, os salgueiros deitavam as folhas na água, seus topos contra o escuro da lua que se punha. Além daquele ponto, os salgueiros tomavam toda a área, metros e quilômetros de floresta virgem, e a civilização agora não ocupava mais do que um ponto de apoio à beira do continente.

Jamie viu a direção de meu olhar e adivinhou meus pensamentos.

— Será bem diferente agora do que da última vez que você viu, não? — Ele assentiu na direção das folhas escuras.

— Ah, um pouco. — Dei a mão a ele, e meu polegar acariciava os nós grandes e ossudos de seus dedos. — As estradas estarão pavimentadas.Não com paralelepípedos, mas cobertas por aquela coisa dura e lisa, inventada por um escocês chamado MacAdam, na verdade.

Ele resmungou achando graça.

— Então haverá escoceses na América? Que bom!

Eu o ignorei e continuei, olhando para as sombras em movimento como se pudesse enxergar as cidades enormes que um dia surgiriam ali.

— Haverá muita gente na América. Toda a terra estará colonizada, daqui até o lado oeste da costa, a um lugar chamado Califórnia. Mas por enquanto… — Eu tremi levemente, apesar do ar quente e úmido —, são cinco mil quilômetros de deserto. Não há nada lá.

 

O URSO

Quando você pensa sobre James Alexander Malcolm Mackenzie Fraser, você pensa em um soldado alto, forte, único, apaixonado, corajoso, das Terras Altas, que não tem medo de nada, nem da morte.

Este homem lutou contra piratas, ladrões, milícias e um exército cheio de soldados ingleses (casacas vermelhas). Ele se livrou da morte muitas vezes e fará isso novamente nos livros que estão por vir. Este homem conquistou seu lugar no coração de uma Sassenach muito teimosa e a fez cair de joelhos.

Podemos certamente dizer que não há uma batalha ou um oponente grande o suficiente que este highlander não possa enfrentar.

Eu acho que ele não lutou contra um leão porque não havia nenhum na Escócia ou na América, mas têm ursos e, se um urso fosse escolher alguém selvagem como ele, ele escolheria, sem dúvidas, Jamie. E ele o fez.

Para Jamie, essa era uma batalha tão assustadora e poderosa. Seria tanto uma batalha por sua vida quanto o controle sobre o futuro dele e de Claire no novo mundo.

Será que ele vai conseguir?

Nós vimos algumas fotos e vídeos nos BTS dessa luta. Nós até vimos o urso, mas se você quiser detalhes desta surpreendente batalha entre essas duas feras, leia o trecho abaixo.

Abri os olhos. Ele estava a dois metros e meio de distância, com a cabeça baixa chupando um corte pequeno no nó do polegar. Senti um arrepio subir pelas minhas costas.

— Jamie — falei. Minha voz parecia diferente até mesmo para mim. Senti um ponto frio, pequeno e redondo, centralizado como um alvo na minha nuca.

— Sim?

— Tem… — Engoli, sentindo os pelos se eriçarem em meus braços. — Jamie, tem… alguém… atrás de mim?

Ele olhou para as sombras sobre meu ombro e arregalou os olhos. Não esperei para olhar para trás, mas me joguei no chão, uma atitude que provavelmente salvou minha vida.

Ouvi um barulho alto e senti um cheiro forte e repentino de amônia e peixe.

Algo bateu em minhas costas com um impacto que tirou meu fôlego, e então pisou com força em minha cabeça, batendo meu rosto no chão.

Eu me levantei, puxando o ar, tirando as folhas úmidas dos olhos. Um urso grande e preto, rápido como um gato, estava na clareira, e com as patas, espalhava os gravetos em brasa.

Por um momento, meio cega pela terra, não consegui ver Jamie. Mas então eu o localizei. Estava embaixo do urso, um dos braços envolvendo o pescoço dele, a cabeça encaixada na junção com o ombro logo abaixo das presas cheias de baba.

Um dos pés dava chutes sem parar embaixo do urso, batendo no chão para conseguir impulso. Ele havia tirado as botas e as meias quando acampamos. Eu me assustei quando um pé descalço chutou os restos da fogueira, levantando uma chuva de faíscas.

Seu braço estava retesado pelo esforço, meio enterrado no pelo grosso. O braço livre batia sem parar. Pelo menos, ainda segurava o punhal. Ao mesmo tempo, agarrava o pescoço do animal com toda a força, puxando-o para baixo.

O urso estava avançando, batendo uma das patas, tentando tirar o peso pendurado em seu pescoço. Pareceu perder o equilíbrio e caiu com todo o peso do corpo para a frente com um urro de raiva. Eu ouvi um barulho abafado que não parecia vir do urso, e olhei desesperadamente ao redor à procura de algo para usar como arma.

O urso se levantou de novo, chacoalhando-se violentamente.

Eu vi o rosto de Jamie de relance, contorcido pelo esforço. Ele arregalou um olho ao me ver, e se livrou dos pelos.

— Corra! — gritou. Então, o urso caiu sobre ele de novo, e Jamie desapareceu sob os cento e cinquenta quilos de pelos e músculos.

Pensando vagamente em Mogli e na Flor Vermelha, eu procurei sem parar na terra úmida da clareira e encontrei apenas pedaços pequenos de gravetos queimados e brasas que queimaram meus dedos, mas eram pequenos demais para eu conseguir pegar.

Sempre pensei que ursos urravam quando perturbados. Esse estava fazendo muito barulho, mas mais parecia um porco grande, com gritos e grunhidos intercalados com urros de arrepiar. Jamie também estava fazendo muito barulho, o que era reconfortante naquelas circunstâncias.

Minha mão caiu em algo frio e grudento. Era o peixe, deixado à beira da fogueira.

— Que se dane a Flor Vermelha — murmurei. Peguei uma das trutas pela cauda, corri e bati no focinho do urso com o máximo de força que consegui.

O urso fechou a boca e pareceu surpreso. Então, olhou na minha direção e avançou, movendo-se mais depressa do que pensei ser possível. Eu caí para trás, sentada, e apliquei um golpe final e corajoso com o peixe antes de o urso me atacar, com Jamie ainda agarrado ao seu pescoço.

Foi como entrar em um moedor de carne. Um breve momento de caos total, pontuado por golpes fortes no corpo e a sensação de ser sufocada em um cobertor fedorento de pelos. E então, ele se foi, deixando-me deitada na grama, de costas, fedendo a urina de urso e olhando para a estrela da noite, que brilhava serenamente no céu.

As coisas estavam bem menos serenas no chão. Eu me apoiei nas mãos e nas pernas gritando “Jamie!” para as árvores, onde uma massa grande e amorfa rolava de um lado a outro, amassando os galhos de carvalho e emitindo uma cacofonia de grunhidos e palavrões em gaélico.

Já estava bem escuro no chão, mas ainda havia luz suficiente vinda do céu para que eu visse as coisas com clareza. O urso havia caído de novo, mas em vez de se levantar e atacar, estava rolando de barriga para cima dessa vez, e as patas de trás se debatiam em um esforço para conseguir apoio. Uma pata da frente fez um movimento forte, e ouvi um gemido alto que não parecia ter sido emitido pelo urso. O cheiro de sangue tomou conta do ar.

— Jamie! — gritei.

Não houve resposta, mas o monte rolou e se inclinou lentamente para o lado em direção às sombras negras sob as árvores. Os barulhos misturados se acalmaram e se tornaram rosnados e respiração ofegante, pontuados por gemidos baixos.

— JAMIE!

Os golpes e ruídos de galhos quebrados diminuíram até se tornarem um farfalhar suave. Algo se movia por baixo dos galhos, de um lado a outro, de quatro.

Lentamente, respirando com dificuldade, Jamie saiu da clareira.

Ignorando meus próprios ferimentos, corri para ele, e caí de joelhos a seu lado.

— Meu Deus, Jamie! Você está bem?

— Não — respondeu Jamie brevemente, e caiu no chão, gemendo baixinho.

Seu rosto não passava de uma mancha pálida sob a luz das estrelas. O resto de seu corpo era tão escuro a ponto de ser quase invisível. Descobri o motivo ao passar as mãos habilmente sobre ele. Suas roupas estavam tão encharcadas de sangue que se grudavam ao corpo, e a camisa desgrudou do peito com certa dificuldade quando a puxei.

— Você está com o mesmo cheiro de um matadouro — falei, procurando sua pulsação sob o queixo. Estava rápida, o que não surpreendia, mas forte, e senti um grande alívio. — O sangue é seu ou é do urso?

— Se fosse meu, Sassenach, eu estaria morto — disse ele com esforço, abrindo os olhos. — Mas não estou morto e não é graças a você. — Ele rolou gemendo de dor para o lado e lentamente se apoiou nas mãos e nos joelhos, resmungando. — O que deu em você, mulher, para bater em minha cabeça com um peixe enquanto eu lutava para me manter vivo?

— Fique parado, pelo amor de Deus! — Ele não deveria estar muito ferido se estava tentando se levantar. Eu o segurei pelo quadril para detê-lo e, ajoelhada atrás dele, passei a mão rapidamente pelas laterais de seu corpo. — Tem alguma costela quebrada? — perguntei.

— Não, mas se você fizer cócegas em mim, Sassenach, não vou gostar nem um pouco — disse ele, com a respiração ofegante entre as palavras.

— Não farei isso — garanti a ele. Passei as mãos com cuidado sobre o arco de suas costelas, apertando levemente. Não havia pontas protuberantes sob a pele nem depressões sinistras ou pontos delicados. Fraturas, talvez, mas ele estava bem, sem nada quebrado. Jamie gritou e se remexeu sob minha mão. — Está doendo aqui?

— Está — respondeu ele entre dentes. Começava a tremer, e eu corri para pegar seu tartã, com o qual cobri seus ombros. — Estou bem, Sassenach — disse ele, recusando minhas tentativas de ajudá-lo a se sentar. — Vá ver os cavalos. Eles devem estar agitados.

E estavam. Nós havíamos amarrado os cavalos um pouco longe da clareira.

Eles tinham se afastado bastante assustados, a julgar pelo bater de patas e pelos relinchos que eu ouvia a distância.

Agora que estamos todas atualizados nessas cenas, vamos fazer yoga, meditação e terapia para mantermos nossos corações batendo até o dia 4 de novembro.

Vamos apenas esperar que Ron faça toda a justiça que ele fez até agora!

 

TRICOTANDO

Adriana M:  Olá SIS 🤗🤗
A primeira cena que escolhi foi a do rio. Ao ler o livro, imaginei a cena na minha cabeça, imaginei o Rio, claire e Jamie saindo da água rsss. Nessa cena, pra mim, não pode faltar a surpresa do Jamie ao ver claire. A segunda cena que escolhi foi o encontro de pai e filha. No livro chega a ser engraçado e lindo ao mesmo tempo.. Espero que a série siga o livro e não faça uma adaptação como fez quando claire conta pra Jamie sobre bree. No livro foi lindo e na série ficou um pouco impessoal. Quanto ao urso tem que ter a cena do peixe e Jamie perguntando pra claire se queria matá -lo rsss. É isso 🤗

Gizelda C:  Oie meninas, na cena do rio o não pode faltar a Claire procurando Jamie e ele dizendo….. ESTOU AQUI saindo do rio. No encontro da Bree com o pai…. a admiração dele por ela e dizendo que pode chamar de “pa”. Já na cena do urso, a Claire atingindo o Jaime com o peixe com certeza. 💙

Bia R: Oi meninas! 😊
Dessas três, a cena que mais espero é o encontro de Jamie e Bree. Amo como é no livro, mas espero me surpreender com algo na série! Acho que ver a dinâmica entre pai e filha começar vai ser muito especial. Ver Jamie finalmente ser pai e poder reconhecer a filha vai ser lindo demais! E começa com um tom meio engraçado e depois vai pro emocional, o que eu acho que Sam faz muito bem. E é o início perfeito pro relacionamento deles. ♥️🙏
Na cena do urso espero ser surpreendida porque na minha cabeça é uma loucura só ahahahaha. 🐻🤣
E na cena do rio eu deixo tudo pra SamCait porque ninguém faz melhor que eles né não meu povo? 👀🔥🔞🆘

Célia N: Ansiosa demais pelas três cenas citadas mas eu acrescentaria outra cena que seria a do estupro de Bree (não que eu seja masoquista mas o estupro de Jamie foi tão impactante que gostaria de ver como eles vão tratar nesse caso)…mas voltando a cena do encontro entre pai e filha já vai ser maravilhoso pela emoção envolvida mas eu gostaria que mostrassem o depois quando ela viaja nos braços do pai até encontrar a mãe; na cena do lago claro que esperamos que mostrem tudo mas o depois também, aquela conversa de Jamie com Claire sobre o que ele vê achei super legal, espero que incluam; a cena do urso foi muito bem descrita e boa e pra mim nada teria a ser acrescentado, só espero muita ação com aquela dose de humor que só a DG tem pra quebrar a violência…

Cleusa P.C: Olá SIS, eu ainda não li Os Tambores de Outono, mas pelo que já sei dessas cenas, aguardo com muita ansiedade o encontro de Jamie com Bree. É uma cena fundamental para a história e ela deve ser tão bem cuidada e emocionante quanto foi o reencontro de Claire e Jamie. Acho que a produção também cuidará bem da cena hot do rio. Mas, para mim a cena mais importante será mesmo a de Jamie e Bree. Eu não aguento se tanta ansiedade para ver. Acho que vou chorar muito quando assistir.

Marisa B.: Tbm espero momentos de delicadeza e mta emoção no reencontro de Jamie e Bree. Já imagino a linda musica composta por Bear McCreary tocando ao fundo e que completa perfeitamente a cena e que sempre me emociona mais ainda❤️❤️

Silvana A.: Espero ansiosa pelo encontro de Jamie e Bree vai ser emocionante, com o coração tem q estar forte pra aguentar! Depois quero ver a do rio; deverá ser romântica; com bastante carinho; e deverão estar nus !!!!! Será maravilhoso!!!!😉😙😍

Martha M.: Eu mencionei a cena do Rio por motivos de porns do Sam mesmo 😂😂😂😂😂 Isso a parte, eu gosto dessa cena pela surpresa do Jamie ao perceber que a Claire se virava bem sozinha. Não sei se a cena foi gravada por conta do inverno na Escócia, então creio que não será exatamente como retratada no livro. Mas creio que o importante é mostrar esse choque do personagem e a curiosidade dele a respeito. 😉

Márcia G.: Ainda não li o livro (estou no livro 3), mas por todos os comentários que já li, a ansiedade é pra ver muitas cenas de amor entre Jaime e Claire, e essa do rio me parece ser uma das melhores. E claro, o encontro de pai e filha, que, creio eu, vai mostrar um Jaime ainda não visto por nós. E quero muito ver a reação de Claire ao ver os dois juntos. Vai rolar muito amor😍😍😍!

Rafa G.: Na cena do encontro do Jaime e da Bree: eu espero muita emoção. Aquela cena pra chorar mesmo. Por mais que eu tenha gostado da cena no livro, tenho uma expectativa bem maior com a série. No livro esperava um diálogo maior, algo mais emocionante (não que não tenha sido, porque chorei bastante), mas esperava um pouco mais. Mesmo assim, ela chamando ele de “Pa” e a emoção dele em ver como ela é parecida com ele, vão valer toda essa espera.
A cena do urso: as duas coisas que quero dessa cena são: que o urso não parece de mentira (sei lá né, vai que….) e que tenha a parte da Claire batendo no Jamie com o peixe, porque eu ri horrores com essa situação. 😂
A cena do rio com Jamie e Claire: a parte mais sexy desse livro. Aquela que me faltou fôlego em cada frase. Então, espero essa sensação na cena, mas com base nos outros pornôs (das outras temporadas), minha expectativa é bem alto (super mega alta!!). Só espero que não seja rápida demais. 🔞😏

Heydi F.: A minha cena esperada não entrou na lista que é quando Jamie e Claire encontram o lugar que será o seu lar quero muito ver eles fertilizando a terra KKKKKKKKKK.
Mas das três escolhidas espero ansiosamente o encontro de Jamie e Bree.

#PayMyTherapy

#PayMyCaipirinha

#DeSISterParaSIS

#Temporada4

Se você quiser ler esse post em inglês, clique aqui.

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Autora: Bianca Portela
Investigadoras: Bianca Portela, Eloise zanatto, Catarina Balfe
Montagem (texto): Bianca Portela
Imagens: Catarina balfe
Meme: Talita Brisola
Formatação: Thais Belluzzo
Revisão (português): Alexandra Favoretto, Manu
Tradução (português): Eloise Zanatto e Alexandra Favoretto
Tradução (inglês): Alexandra Favoretto e Lotti
Revisão (inglês): JPG
Legendas: Eloise Zanatto, Carolina Ramires
Edição de vídeo: Flavia Labruna
Montagem (site): Alexandra Favoretto
SM: Alexandra Favoretto

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Este post tem um comentário

  1. Amei! Estou louca pra ver todas essas cenas e muito mais.

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